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Corredores

Eu andei, sorri, chorei... tantoNão me arrependi, ganhei e perdiFiz como pude
Lutei contra o amorE quanto mais venciaMe achava um perdedor
Mais tarde me enganeiVi com outros olhosQuando às vezes não amei a mimNão por falta de amorMas amor demais me levando pra alguém
Quem?
Visitou os corredores da minha almaSoube dos enganos, secretos planosE até uns traumas, sempre fui muito só
Eu andei, sorri, chorei... tantoFui quase feliz, fiz tudo que quisFiz como pude
Desprezei meu egoDando esmolas a ele Como se fosse um cego
Mais tarde me enfeiteiAté pintei os olhosQuando às vezes não amei a mimNão por falta de amorMas amor demais me escapando pra alguém
Quem?
Visitou os corredores da minha almaSoube dos meus erros e dos nós que fizBem na linha da vida, sempre fui muito só

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Composição: Ana Carolina



Escrito por Escrito por __rObSon! às 23h25
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Ainda me tem nas mãos

Eu escrevi e nem sei por que

Vejo você tão longe

Mas te sinto aqui dentro

Passeando no que não controlo

 

E as mentiras

Não fazem eclipse nos meus olhos

Que transbordam a tempestade

Daquilo que ainda sinto e ressinto

 

Todas as mascaras

Apenas enfeitam minha dor

Pois elas nunca foram capazes

De ocultar aquilo que ainda é óbvio

 

Você ainda me tem nas mãos

E o pior que conhece seu poder

Não adianta me esconder

O sentimento sempre me revela

 

Você me tem nas mãos

E não sabe ao certo o que fazer

Você desistiu de querer me ter

Mas sei que não quer me perder



Escrito por Escrito por __rObSon! às 23h13
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O amor que choveu

Era uma vez um menino que amava demais. Amava tanto, mas tanto, que o amor nem cabia dentro dele. Saía pelos olhos, brilhando, pela boca, cantando, pelas pernas, tremendo, pelas mãos, suando. (Só pelo umbigo é que não saía: o nó ali é tão bem dado que nunca houve um só que tenha soltado).
O menino sabia que o único jeito de resolver a questão era dando o amor à menina que amava. Mas como saber o que ela achava dele? Na classe, tinha mais quinze meninos. Na escola, trezentos. No mundo, vai saber, uns dois bilhões? Como é que ia acontecer de a menina se apaixonar justo por ele, que tinha se apaixonado por ela?
O menino tentou trancar o amor numa mala, mas não tinha como: nem sentando em cima o zíper fechava. Resolveu então congelar, mas era tão quente, o amor, que fundiu o freezer, queimou a tomada, derrubou a energia do prédio, do quarteirão e logo o menino saiu andando pela cidade escura -- só ele brilhando nas ruas, deixando pegadas de Star Fix por onde pisava.
O que é que eu faço? -- perguntou ao prefeito, ao amigo, ao doutor e a um pessoalzinho que passava a vida sentado em frente ao posto de gasolina. Fala pra ela! -- diziam todos, sem pensar duas vezes, mas ele não tinha coragem. E se ela não o amasse? E se não aceitasse todo o amor que ele tinha pra dar? Ele ia murchar que nem uva passa, explodir como bexiga e chorar até 31 de dezembro de 2978.
Tomou então a decisão: iria atirar seu amor ao mar. Um polvo que se agarrasse a ele -- se tem oito braços para os abraços, por que não quatro corações, para as suas paixões? Ele é que não dava conta, era só um menino, com apenas duas mãos e o maior sentimento do mundo.
Foi até a beira da praia e, sem pensar duas vezes, jogou. O que o menino não sabia era que seu amor era maior do que o mar. E o amor do menino fez o oceano evaporar. Ele chorou, chorou e chorou, pela morte do mar e de seu grande amor.
Até que sentiu uma gota na ponta do nariz. Depois outra, na orelha e mais outra, no dedão do pé. Era o mar, misturado ao amor do menino, que chovia do Saara à Belém, de Meca à Jerusalém. Choveu tanto que acabou molhando a menina que o menino amava. E assim que a água tocou sua língua, ela saiu correndo para a praia, pois já fazia meses que sentia o mesmo gosto, o gosto de um amor tão grande, mas tão grande, que já nem cabia dentro dela.

Autor Desconhecido.

publicado na revista Capricho



Escrito por Escrito por __rObSon! às 16h52
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Tropeço

Há tanto tempo não usado, encontrei o amor, sem querer. Ontem. Jogado debaixo da cama. Empoeirado. Sem caixa, bula ou manual. Um amor, assim, abandonado. Sujo. Rasgado. Fóssil soterrado. Navio afundado há anos. Casarão com tábuas pregadas nas janelas. Lençóis brancos sobre os móveis. Um amor acostumado com o escuro. Com o frio do quarto fechado. Com a passagem rápida de um inseto no meio da madrugada. Um velho amor largado. Pronto pra ser reciclado. Um amor procurado por toda casa nos lugares errados. Nos armários limpos. Entre taças. Louças. Dentro de caixas fechadas com laços. Sob tapetes varridos. Cantos desinfetados. Um amor chamado no grito. No gemido da febre. No cochicho da oração. Um amor sumido. Necessitado. Um amor que apareceu quando quis. De repente. Em um lugar inesPerado. Há tanto tempo não usado, eu, ontem, tropecei no amor. Empoeirado. Sujo. Rasgado. Abandonado debaixo da cama. Um amor que talvez nem funcione mais.

Eduardo Baszczyn



Escrito por Escrito por __rObSon! às 16h19
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O amor só acontece para aqueles que não querem amar!

O amor só acontece para aqueles que não querem amar! É, foi o que eu descobri depois de tempos de análise.. Parece estranho mas é a pura verdade. Vamos ao resumo do meu estudo:

Quem quer amar, fica com o radar ligado procurando desesperadamente algo que sane o vazio, como se alguém pudesse resolver a angústia que a pessoa mesmo criou! Pura ilusão!

Quem não quer amar, não se preocupa com isso, coloca outras prioridades na sua frente, cuida-se de si, faz as coisas que gosta, as coisas que tem vontade. É como se fosse um belo jardineiro, que cuida do seu jardim, sem esperar que as borboletas venham, mas sabe que elas viram assim que as flores desabrocharem...

Então se você realmente quer que algo sincero e real aconteça na sua vida, não procure! Não perca seu tempo e paciencia com isso! Vá cuidar de você, vá descobrir as coisas que curte, as coisas que você gosta de fazer... Vá cuidar do seu corpo, da sua mente e da sua alma, e quando você desabrochar, o amor virá sem se esperar e ai de verdade você estará pronto pra vivê-lo intensamente...



Escrito por Escrito por __rObSon! às 10h22
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